Me sinto preparada para trabalhar com a informática, mas não sei se estou preparada para incluí-la nos conteúdos, fazer com que a tecnologia seja um algo a mais, que venha complementar e não dividir ou atrapalhar, que os alunos se interessem mais em buscar, em procurar, em pesquisar e não deixar que as tecnologias sejam mais uma maneira de matarem aulas, um passa tempo, mais uma distração.
A prática de inclusão, hoje, no contexto da sociedade e da escola, existe para além das leis?
O tema legislação não pode ser compreendido fora de um contexto social, cultural, econômico e político (políticas públicas de Educação Especial). É através das leis que as políticas tomam corpo e orientam processos de atuação do sistema público de educação de uma Nação. Com a legalização amplia-se a educação para TODOS, possibilitando o acesso e a permanência do deficiente ao sistema educacional, mesmo a escola estando despreparada para seu ingresso. (legitimidade, aprendizagem com processo questionável). Portanto a escola precisa modificar-se, organizar-se, reestruturar-se, para atender a exigência da lei, que ao mesmo tempo em que amarram, que estão fora da realidade, que não são cumpridas integralmente, precisam avançar. Estudar a Legislação de Educação Especial exige dos profissionais de educação uma atenção bastante grande, pois precisa ser refletida e analisada com a realidade social e educacional e o resultado deverá garantir o processo de aprendizagem e a inserção do deficiente na sociedade, na escola e como cidadão de direito. Segundo a lei o atendimento a alunos portadores de necessidades especiais deverá ser dado preferencialmente no ensino regular/comum. Isso começa a ter significação a partir de 1988, pela Constituição Federal e mais tarde com a Lei de Diretrizes e Base. Também não podemos deixar de acrescentar a Legislação Estadual de Educação, que define a Educação Especial, como modalidade transversal de atendimento em todos os níveis de ensino, orientando seu atendimento e propondo para as escolas enfatizarem a inclusão no Plano Político Pedagógico, bem como a formação de recursos humanos. Para tanto a escola regular inclusiva (prevista na lei), precisa desafiar e construir comportamentos e atitudes, sobre sujeitos e aprendizagens, através de reflexões e ações que visam a construção do saber.
Tenho 22 anos, casada, não tenho filhos, sou professora-estagiária em um projeto social, adoro trabalhar com crianças carentes, amo muito o que faço...
Me sinto preparada para trabalhar com a informática, mas não sei se estou preparada para incluí-la nos conteúdos, fazer com que a tecnologia seja um algo a mais, que venha complementar e não dividir ou atrapalhar, que os alunos se interessem mais em buscar, em procurar, em pesquisar e não deixar que as tecnologias sejam mais uma maneira de matarem aulas, um passa tempo, mais uma distração.
ResponderExcluirAbraços...
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ResponderExcluirA prática de inclusão, hoje, no contexto da sociedade e da escola, existe para além das leis?
ResponderExcluirO tema legislação não pode ser compreendido fora de um contexto social, cultural, econômico e político (políticas públicas de Educação Especial). É através das leis que as políticas tomam corpo e orientam processos de atuação do sistema público de educação de uma Nação.
Com a legalização amplia-se a educação para TODOS, possibilitando o acesso e a permanência do deficiente ao sistema educacional, mesmo a escola estando despreparada para seu ingresso. (legitimidade, aprendizagem com processo questionável). Portanto a escola precisa modificar-se, organizar-se, reestruturar-se, para atender a exigência da lei, que ao mesmo tempo em que amarram, que estão fora da realidade, que não são cumpridas integralmente, precisam avançar.
Estudar a Legislação de Educação Especial exige dos profissionais de educação uma atenção bastante grande, pois precisa ser refletida e analisada com a realidade social e educacional e o resultado deverá garantir o processo de aprendizagem e a inserção do deficiente na sociedade, na escola e como cidadão de direito.
Segundo a lei o atendimento a alunos portadores de necessidades especiais deverá ser dado preferencialmente no ensino regular/comum. Isso começa a ter significação a partir de 1988, pela Constituição Federal e mais tarde com a Lei de Diretrizes e Base. Também não podemos deixar de acrescentar a Legislação Estadual de Educação, que define a Educação Especial, como modalidade transversal de atendimento em todos os níveis de ensino, orientando seu atendimento e propondo para as escolas enfatizarem a inclusão no Plano Político Pedagógico, bem como a formação de recursos humanos.
Para tanto a escola regular inclusiva (prevista na lei), precisa desafiar e construir comportamentos e atitudes, sobre sujeitos e aprendizagens, através de reflexões e ações que visam a construção do saber.